segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

DESCRIÇÃO E AUDIODESCRIÇÃO




" A Audiodescrição é uma modalidade de tradução audiovisual definida como a técnica utilizada para tornar o teatro, o cinema e a tv acessíveis para pessoas com deficiência visual. Trata-se de uma narração adicional que descreve a ação, a linguagem corporal, as expressões faciais, os cenários e os figurinos. A tradução é colocada entre os diálogos e não interfere nos efeitos musicais e sonoros." (Vera Santiago- UFCE / www.vercompalavras.com.br )












O filme O Cangaceiro e o Leão conta a história de como uma lição de casa sobre o aquecimento global aproxima neto e avô. 
O curta metragem de Arnaldo Galvão aborda a questão ambiental de uma maneira própria para o seu público alvo: através do lúdico. Realidade e ficção se misturam nesta descoberta do que causa o aumento de temperatura no planeta Terra. 

O filme sugere como uso pedagógico três possibilidades: 

  • a abordagem da tarefa de casa como recurso de pesquisa
  • a questão ambiental relacionado ao aquecimento global
  • a questão envolvendo a relação neto e avô.







domingo, 20 de outubro de 2013

Atividade Lúdica para criança com Deficiência Intelectual

Atividade Lúdica para criança com Deficiência Intelectual

“Durante o jogo a criança estimula o pensamento através da ordenação do tempo, espaço e movimento [...] Trabalha com o cognitivo, o emocional e o motor, construindo através dessa interação o seu conhecimento”. (Sônia Regina Corrêa Mafra, 2008)



ÁBACO


Descrição: 
55 caixas de fósforos vazias. Recortar números de 1 a 10 e colar em um pedaço de cartolina. 


Estimula:
Ordenação de quantidades
Manipulação de quantidades até 10
Orientação espacial
Organização horizontal e vertical


Exploração:
Formar uma escadinha partindo de uma caixa até 10.
Posteriormente, formar a escada descendente partindo de 10 caixinhas, até uma.
Colocar o numeral sobre a quantidade correspondente de caixinhas.
Retirar a parte de dentro de todas as caixinhas e ordená-las fazendo a sequência de quantidade horizontal.

  

      Essa é uma proposta de atividade indicada para o aluno com Deficiência Intelectual, que visa contribuir para o desenvolvimento de mecanismos de aprendizagem. Nas pessoas com deficiência intelectual esses mecanismos de aprendizagem são mobilizados com dificuldade. É, portanto, um processo marcado pela fragilidade funcional. Para potencializar o uso da memória, atenção, transferência do conhecimento e metacognição nas situações de aprendizagem, o professor de AEE pode conduzir a atividade Ábaco, criando condições de execução bem sucedida pelo aluno DI, atribuindo sentido à mesma. Levar o aluno a refletir sobre a ação que está sendo desenvolvida, a pensar sobre ela. Para isso, o professor deve promover questionamentos, explorando as várias nuances que envolvem a atividade, desde o tipo de material utilizado, sua utilização na vida diária, como as peças foram preparadas para compor a atividade, até a natureza da tarefa em si (o que o aluno pensa que pode fazer com as peças, permitir que ele organize as peças ao seu modo, para depois declarar o que fez). A professora oraliza o que é necessário fazer para desenvolver a tarefa, dá pistas direcionando a atenção seletiva do aluno. Depois do ábaco montado pelo aluno, estimulá-lo a verbalizar a ação desenvolvida para a realização da atividade. Explorar a semelhança das peças organizadas em forma de degraus com uma escada, e com outras formas existentes, deixando a criança expressar o que já conhece. Assim, favorecendo para que o aluno aproprie de estratégias para a resolução dos desafios e possa fazer uso autônomo das mesmas.

REFERÊNCIAS

O Aluno com Deficiência Intelectual: Funcionamento Cognitivo e Estratégias de Avaliação. Texto elaborado em 09/13 para a disciplina AEE e Deficiência Intelectual do Curso de Especialização em Atendimento Educacional Especializado da Universidade Federal do Ceará.

MAFRA. Sônia Regina Corrêa. O Lúdico e o Desenvolvimento da Criança Deficiente Intelectual. Secretaria de Estado da da Educação. Superintendência da Educação. Diretoria de Políticas e Programas Educacionais.Programa de Desenvolvimento Educacional. 2008.













domingo, 8 de setembro de 2013

Recurso Pedagógico em Tecnologia Assistiva


TECNOLOGIA ASSISTIVA (TA) é uma área do conhecimento e de atuação que desenvolve serviços, recursos e estratégias que auxiliam na resolução de dificuldades funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas.(Fascículo 06/Coletânea UFC-MEC, 2010).
A imagem traz um Recurso Pedagógico Acessível de baixa tecnologia, facilitador,  que quando usado com sabedoria, criatividade e seleção adequada, contribuirá para o desempenho satisfatório do aluno que dele fizer uso.
Recurso pedagógico utilizando material existente na escola como recurso de comunicação.
Ele é constituído de alfabeto móvel em madeira organizado e afixado em cartolina, como prancha de comunicação: onde o aluno poderá apontar com o dedo as letras do alfabeto para responder a professora, durante a formação de palavras, de frases ou para a construção de pequenos textos. 
Esse recurso poderá favorecer o desenvolvimento da habilidade relacionada à linguagem escrita.
Quer saber mais, consulte: 
  • Coletânea UFC-MEC/2010: A Educação especial na Perspectiva da Inclusão Escolar. Fascículo 06: Recursos Pedagógicos Acessíveis e Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).
  • Cartilha de tecnologia Assistiva nas escolas. 2008 (www.itsbrasil.org.br/sites/itsbrasil.w20.com.br)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

AEE: papel do professor, estudo de caso e plano


O professor de AEE exerce o papel de gestor dos processos de aprendizagem dos alunos atendidos na SRM, através do acompanhamento sistemático deste processo, viabilizado pela articulação entre o professor de AEE, professores e coordenadores da escola comum. Essa prática tem por objetivo principal favorecer ao estudante o desenvolvimento da capacidade de atuar com autonomia na escola e em todos os locais de sua vivência social, como resultado da superação das limitações impostas pela deficiência que apresenta. Esse profissional desempenha as seguintes atribuições:
      Desenvolver estudo de caso referente a cada aluno atendido pela sala de recurso multifuncional. Esse estudo é constituído por uma apresentação e por um esclarecimento do problema, pela identificação da natureza e resolução do problema.
           Elaboração do plano de AEE como resultado das escolhas do professor quanto aos recursos, equipamentos, metodologias, estratégias e apoios adequadamente selecionados para garantir ao educando a efetiva participação no processo escolar segundo suas aptidões.
           Planejar intervenções a serem realizadas com o aluno na SRM; e durante as
 interlocuções com o professor do ensino comum,  com a gestão escolar e com a família.


O valor do estudo de caso para o desenvolvimento do trabalho do professor do AEE está vinculado aos dados que o compõe, oportunizando a pesquisa e o conhecimento mais aprofundado do problema evidenciado pela limitação do estudante. O referido instrumento é essencial para o trabalho realizado na SRM, pois é nele que o professor de AEE busca fundamentação para selecionar os recursos, as metodologias e situações de aprendizagem apropriadas às intervenções que se fizerem necessárias. O estudo de caso se constitui em um imprescindível suporte para a elaboração do plano de AEE e à organização dos atendimentos a serem realizados.

A contribuição do plano de AEE se dá por ser elaborado conjuntamente, a partir das constatações obtidas pelo estudo de caso, constituído por recursos, equipamentos, metodologias, estratégias e os apoios adequadamente selecionados para atender às especificidades do estudante e assim, favorecer o desenvolvimento de habilidades essenciais que garantam o bom desempenho nas aulas regulares. Esse instrumento se constitui no eixo norteador de todo o trabalho desenvolvido na sala de SRM e também em todas as instâncias sociais que envolvem o dia a dia do aluno.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

VÍDEOS SOBRE TECNOLOGIA




SHIFT HAPPENS (mudanças em curso): Vídeo que trata da transformação acelerada que o mundo vem sofrendo com a utilização das novas tecnologias.A sua mensagem geral é a de que o mundo está mudando exponencialmente. 

DID YOU KNOW 2.0 (Você sabia?): traz uma reflexão sobre o papel da educação na era digital. O que a escola vem proporcionando aos seus estudantes que já nasceram nessa era tecnológica? Em alguns países, como China, E.U.A, e outros os alunos aplicam, colaboram, comunicam, criam, lembram, avaliam, aplicam, analisam em projetos todos os dias. Nossos alunos fazem isso? A escola está contribuindo para a formação de literatos do século 21? O que está sendo feito para promover as mudanças necessárias na atual legislação da educação? Para começar a dialogar sobre o que os nossos estudantes precisam para ser bem sucedidos no século 21, a versão original do vídeo convida os interessados a acessar o site shiftappens.wikispaces.com e participar das discussões. Daí surge mais um desafio, que é conhecer a língua inglesa, para se manter conectado com a rede mundial de comunicação virtual. Achei essa atividade fantástica, pois tomei conhecimento de questões complexas porém bem atuais e necessárias a minha formação de educadora. 

Pesquisando sobre Educação Inclusiva



A educação inclusiva é tema que ainda carece de muito estudo para que o processo escolar inclusivo seja realmente efetivado garantindo a aprendizagem de todos os alunos.
Pesquisando na Web sobre o tema "Educação Inclusiva", encontrei um artigo escrito por seis pedagogas, resultado de uma pesquisa bibliográfica com o seguinte suporte teórico: Ferreira, Figueiredo, Freire, Mantoan e Sassaki. Cujo título é "Educação Inclusiva: Entre o Ideal e a Realidade. O texto faz uma reflexão interessante sobre a situação envolvendo a inclusão escolar. O ideal apresentado pela legislação, e o longo caminho a ser percorrido ainda na construção do processo inclusivo na escola. Caso queira conhecer mais uma opinião sobre esse tema, acessem www.unijales.edu.br . Boa leitura.

Educação Inclusiva: Entre o Ideal e a Realidade  (http://www.unijales.edu.br)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Aprendizagem para a superação

Repensando a aprendizagem e a superação da resistência do novo...
Concebo como primeira conquista a oportunidade de vivenciar o que o curso vislumbra proporcionar: caminhar na busca do conhecimento; experimentação de idéias inovadoras; contato com novas pessoas; pensar sobre as certezas instaladas, pensar sobre e a partir das dúvidas existentes, de pensar nas limitações que são infindas, porém superáveis, desde que se disponha a realizar as tentativas. É preciso ter em mente que a aquisição do conhecimento se dá através do erro, da experimentação, das tentativas.
Dois fatores se constituem como dificuldades nesse processo envolvendo o curso à distância. Um deles está relacionado à organização do tempo para dedicar dez horas semanais para o acompanhamento das discussões e desenvolvimento das atividades propostas. O outro fator tem relação ao reduzido domínio das ferramentas disponíveis no computador. O avanço tecnológico exerce em mim duas posturas antagônicas. Ao mesmo tempo em que provoca inibição frente às referidas ferramentas, também exerce uma irresistível atração.
Foi com um forte desejo de apropriação dessa linguagem tecnológica que me propus a participar desse curso, que possibilitará ampliação do conhecimento em duas vertentes: na compreensão da tecnologia em prol da prática pedagógica inclusiva e de possibilitar aos educandos, vias efetivas de acessibilidade ao conhecimento.
As estratégias pensadas para a superação das dificuldades evidenciadas perpassam pela concepção do aprender a aprender; no experimentar, no tentar, no fazer e refazer, na busca pela inclusão de todos, educandos e educadores, a favor da cidadania. Na integração ao processo de mudanças, com consciência crítica das formas de atuação na condução das transformações para uma sociedade mais humanitária.
Cursista:  Margarete Viana      Goiânia(GO)

Data: 29/04/13